12/08/15

Conserva de alho: benefícios, receita e dicas

Eu tenho essa receita há muuuito tempo e sempre a uso em duas ocasiões especiais: para servir como petisco ou para melhorar minha imunidade.

Tenho rinite alérgica e quando entro em crise já lanço mão da minha conserva para comer duas unidades ao dia(que eu acho suficiente para mim), como acompanhamento da salada ou de carnes ou para beliscar mesmo.

Antes da receita, queria mostrar um pouco do quão bom é o alho para a nossa saúde.

Benefícios do alho

Para quem não sabe, o alho tem inúmeras propriedades que trazem vantagens a nossa saúde. Eis algumas:


  • É um excelente antibiótico natural;
  • Tem um composto antioxidante que ajuda na prevenção de doenças cardiovasculares;
  • Reduz a pressão arterial;
  • Combate vermes e parasitas;
  • Combate os radicais livres;
  • Ajuda na perda de peso;
  • Reduz o colesterol LDL(ruim) e aumenta o HDL(bom);
  • Um composto do alho chamado ajoene ajuda a impedir a propagação do câncer de pele;
  • Previne o câncer de próstata e câncer do cólon;
  • Reduz a inflamação e dor no corpo, sendo benéfica para quem tem osteoartrite e artrite reumatóide;
  • Previne gripes e resfriados, fortalecendo a imunidade.

E o sabor?

Quanto a isso, não se preocupem. Devido ao processo de fermentação, o sabor forte dá lugar ao suave e você pode, por exemplo, colocá-lo picadinho no meio do arroz já preparado e servir para as crianças que elas nem irão notar.

Receita


500 g de alho descascado (compre um pouco mais)
Meio copo (americano) de vinho branco seco
Meio copo (americano) de água
500 ml de vinagre branco
4 folhas de louro
3 colheres (sopa) de orégano
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
30 grãos de pimentas (serve pimenta-do-reino, pimenta branca, pimenta rosa)
1 colher (chá) de sal
2 colheres (sopa) de açúcar


Descasque o alho(mas antes vá até a dica 1) e reserve.

Em uma panela, coloque todos os outros ingredientes e leve ao fogo. Assim que levantar fervura, coloque o alho e deixe cozinhar por 2 a 3 minutos. Desligue o fogo e deixe esfriar.

Coloque em um vidro esterilizado(vá à dica 2) e guarde na geladeira.

Já é possível comê-la no dia seguinte, mas o melhor é esperar por cinco dias quando o sabor estará mais apurado.

Dicas


Dica 1: se você tentar descascar esse 500 g de alho, vai ficar com os dedos feridos. Isso porque o alho tem um líquido que agride as pontas dos dedos e aí o que era pra ser bom vai virar um tormento. A sugestão é você colocar todo o alho imerso em água fria por duas horas. Aí é só descascar e cortar as pontinhas(feias) do alho. 

Dica 2: para esterilizar o vidro, faça o seguinte. Lave bem com água e detergente. Leve uma panela grande com água ao fogo. Quando a água estiver fervendo, coloque o pote dentro e deixe lá por mais cinco minutos.

Pai não tem que dar uma mãozinha...

Coincidentemente, nesta semana que antecede ao domingo dos pais, encontrei um casal de amigos passeando no shopping que me fez refletir sobre esse texto.

O casal, pais de duas meninas adolescentes, me cumprimentou e trocamos algumas palavras antes de me perguntarem onde estava Dante. Respondi que ele estava com o pai. Eles, surpresos, devolveram sua impressão dizendo o quão legal era o pai estar com ele em casa. Novamente, respondi dizendo que eles não estav
am em casa, mas no supermercado fazendo compras. O marido deixou o queixo cair e a mulher bateu no ombro dele dizendo: "está vendo o exemplo?".

Na hora, respondi involuntariamente que "pai não tem que dar mãozinha, pai tem que colocar corpo e alma na criação do filho", para em seguida vê-los partir e eu ficar ali pensando no que tinha dito.

Enquanto estive em licença-maternidade, grande parte dos cuidados com o Dante foi executado por mim. Poupei meu marido, porque três meses antes do parto inventamos a loucura de iniciar uma reforma na nossa casa, que deveria ter durado quatro meses. Levou nove meses para ficar pronta. Apesar de estar cansada, estressada, necessitada de atenção, ponderei sobre o trabalho de cuidar de todos os detalhes daquela obra sendo feito exclusivamente por ele e, vendo-o chegar esgotado dia-a-dia, me fez ter no mínimo piedade de sua alma(em partes! Infernizei o juízo do coitado para acelerar a obra). A reforma acabou um mês antes do fim da minha licença. Entramos em casa e meu marido finalmente pôde descansar e ficar conosco.

Apesar de estar acostumada com a nossa rotina, quando voltei ao trabalho, percebi que o sucesso da minha maternagem dependia muito da "paternagem" dele. Optamos por não ter babá, temos apenas diarista duas vezes na semana para arrumar uma bagunça que brota a cada 10 minutos, colocamos Dante na creche por período igual ao do meu expediente(eu não queria mesmo deixá-lo mais que o necessário) com 15 minutos de tolerância para colocá-lo e tirá-lo de lá e, além disso tudo, ainda amamentar e acordar diversas vezes à noite (nenhuma teoria da encantadora de bebês e amiguinhas funcionou) não funcionaria por muito tempo sem a ajuda dele. 

Como acordar de madrugada tantas vezes quanto meu filho chamasse e estar inteira no outro dia?

Como cuidar de tudo que envolvia o dia dele (banho, alimentação, mochila para creche, médico, remédio, ritual de sono) e o meu própria dia(horários, meus próprios banhos, alimentos, médicos e sono), sem a menor ajuda?

Como não ter uma funcionária diariamente e não conseguir colocar ordem no cenário de destruição dentro da minha casa ao sair para trabalhar?

Foi aí que eu coloquei as cartas na mesa diante do meu marido. Nada daquilo daria certo (e até o nosso casamento também) se não nos uníssemos para criar nosso filho juntos de verdade. Éramos(somos) parceiros desde a concepção dele e não fazia sentido para mim que todo aquele dever fosse apenas minha responsabilidade.

Não era justo que só eu o medicasse. Não era justo que só eu o alimentasse ou brincasse com ele. Não era justo que eu não me alimentasse com calma. Também não me parecia justo que meu marido pudesse ter seus momentos de distração após um dia cansativo e eu mesma nem tivesse a opção de me distrair.

Foi depois dessa conversa que as coisas começaram a mudar. E, assim como acontece comigo, eu o vejo inúmeras vezes caindo desmaiado de sono ao meu lado, indo ao supermercado com o Dante, passando o dia inteiro sozinho com ele quando eu preciso trabalhar aos sábados ou domingos, preparando as mamadeiras, acordando de madrugada, alimentando, trocando fraldas, cansando, perdendo a paciência... Porém, acima de qualquer coisa, me compreendendo e sendo, além de um excelente pai, um extraordinário companheiro nessa jornada.

Ao contrário do que alguns possam pensar, ele me diz que não vê outra forma de criar um filho sem tamanha participação, pois estar tão envolvido com o Dante permite que ele viva intensamente seu (rápido) crescimento e descobertas.

Graças a essa nova forma de agir e pensar, eu também saí ganhando em vários aspectos. Quando eu decidi voltar a me cuidar, ganhei total apoio dele e mais tempo sozinha, pois equilibramos  os nossos deveres e prazeres.

Preciso afirmar que esse processo não foi simples e muitas vezes eu ainda não divido algumas tarefas por achar que eu faria mais rápido, por não me lembrar de passá-las ou porque às vezes esse equilíbrio (quase) perfeito de atribuições se perde mesmo, mas acredito que isso aconteça por estarmos bem resolvidos e felizes com a escolha que fizemos.

Por fim, digo a vocês que, se buscamos diariamente romper as barreiras impostas pelo machismo, por que precisamos aceitar que o dever de cuidar dos nossos filhos seja totalmente nosso? Por que, principalmente hoje, onde homens e mulheres sustentam suas casas devem ter tarefas maternas/paternas distintas? Por que um pai deve sentar-se em frente à TV depois do jantar enquanto a mãe deve tirar os pratos da mesa, lavá-los, escovar os dentes dos filhos, colocar-lhes os pijamas, fazê-los adormecer, para depois cuidar de si ou de outros afazeres?

Não é justo, concordam?

Antes de desejar um feliz dia dos pais, eu desejo que esse pai que está aí a servir de exemplo aos seus filhos, possa ser seu parceiro e a trate como ele também gostaria de ser tratado. Garanto que como parceiros todos os envolvidos ganham: pai, mãe e filhos. Vocês passarão a estar mais conectados um com a vida do outro e o propósito de ser mãe e pai fará muito mais sentido.

Feliz dia do pai parceiro! ;-)

06/08/15

Como o Dante largou a chupeta

Para ser bem honesta, o único item que não havia entrado na minha lista de enxoval era a chupeta. Meu marido e eu estávamos convencidos que nós não a usaríamos, porém, como ficamos na casa dos meus pais no início, fui pressionada e terminei cedendo. Confesso que não queria mesmo, mas depois tive que concordar que ele ficava mais calmo.

Bom, voltando ao papo de tirar a chupeta, o Dante largou há quase dois meses(ele está com 2 anos e 3 meses) e foi de uma forma muito tranquila, a meu ver, mas preciso dizer que esse processo começou bem antes...


Quando ele fez um ano, passou a pedir a chupeta o tempo todo. Foi quando eu achei que aquele era o momento em que eu deveria dar menos para não "viciá-lo". A solução foi distrai-lo mais para deixar a chupeta apenas para os horários de dormir. E deu certo.

Perto dos dois anos, achamos que o momento de tirá-la estava chegando. Achamos conveniente que pelo menos duas semanas antes as coisas estivessem em ordem por aqui: nada de viagens e doenças por exemplo, pois nessas ocasiões ele ficava mais sensível e nós permitíamos que ele usasse um pouco mais.

O momento chegava, mas relutávamos. Percebi então que os viciados na chupeta éramos nós: papai e mamãe. Então, o momento era qualquer um dali em diante.

A decisão veio de mim, depois que eu levei do Dante uma bofetada na cara, do nada, perto da hora de dormir. Expressei minha tristeza com o que ele tinha acabado de fazer e fui muito clara que ele não iria usar a chupeta naquela noite por causa do que tinha feito. Ele compreendeu e fomos dormir. Não pediu a chupeta, mas levou mais tempo do que o habitual.

Na segunda noite, ele pediu e eu usei o mesmo motivo. Na terceira, o pai disse que a nossa cadela tinha comido todas as chupetas... E assim foi.

Não vou dizer aqui que não teve choro. Teve no quarto ou quinto dia, durante pouco tempo, até o dia em que ele não pediu mais. 

Posso dizer que essa etapa foi vencida. Como dito no início, foi relativamente fácil, mas não acho que possa ser considerado uma técnica infalível. Eu sei apenas que deu certo conosco e isso me deixa muito feliz.

26/07/15

Sobre a avó materna do meu filho

Nessa foto, o Dante tinha menos de 24h de nascido.

Quando vi minha mãe com ele pela primeira vez, percebi que há mais de 24 anos um bebê não fazia parte mais da nossa família.

A chegada do meu pequeno trouxe uma renovação à nossa casa e deu oportunidade de meus pais curtirem um bebê com mais leveza, sem tantas preocupações e responsabilidades. Minha mãe, que teve quatro filhos e cuidou exclusivamente de nós até nos tornarmos adolescentes, se delicia com Dante e literalmente rola no chão com ele. 

Ele a chama de "vovó delícia" e ela se derrete - sempre.

Minha mãe é uma mulher de garra e tem uma história de vida muito bonita.

Quando eu tinha por volta de 12 anos, ela decidiu voltar a estudar. Só com o ensino médio (antigo segundo grau), ela foi fazer um curso de auxiliar de enfermagem. Depois o de técnico. 

Cuidava - sem empregada ou babá - do almoço, da casa, da roupa, da comida, estudava e era a melhor aluna da sua turma. Quando ela conclui o curso, o mercado já era difícil e ela tinha passado dos 40 anos. Para não ficar parada, ela se tornou voluntária em um hospital e depois de alguns meses foi contratada. Lembro dela entrando na nossa sala, chorando, feliz. Tinha feições e brilho de menina com seu novo emprego.

Depois de um ano, houve uma demissão de vários funcionários e ela saiu. Foi um momento difícil, pois ela se abateu bastante, mas mesmo assim era visível o fio de esperança. Sem emprego, ela passou a revisar todos os livros do seu curso e se preparar para os concursos públicos.


O resultado veio depois de um ano: dois empregos públicos fazendo o que ama.

Ela tem orgulho do que faz e eu tenho orgulho dela. 

Ela sempre foi uma mãe dedicada e amorosa. Como profissional, tenho certeza que não é diferente. Porém, como avó, ela é a melhor de todas e espero que o Dante sinta o orgulho que eu e meus irmãos sentimos pela história dela.

Te amo, mãe! Te amo, vovó!

Feliz dia dos avós.

Thaíse e Dante

17/07/15

Mamãe-corredora: voltando a ser quem eu era

Foto de Maivan Fernández
Nos dias 5 e 6 de julho, eu revivi sensações, emoções e sentimentos...  Antigos e novos também.

Acho que nunca falei aqui, mas sou uma apaixonada por corridas e para falar a verdade eu comecei no esporte para preparar meu corpo para abrigar o meu filho. Isso foi em outubro de 2011. Na minha eterna briga com a balança, a ansiedade e a compulsão alimentar, percebi que uma das coisas que eu poderia fazer por mim e pelo filho que viria seria cuidar do meu corpo.

Sempre gostei de esportes, desde menina. Um pouco antes deste período, me envolvi em muitos esportes de aventura e simplesmente me apaixonei. Vivi-os tão intensamente, que nessa vibe de aventura, fiz o Caminho de Santiago em 2010 e caminhando por 26 dias muita coisa muda e desabrocha na nossa cabeça. Parei, coloquei as idéias no lugar... Mas parar significa engordar para mim e foi aí que cheguei em outubro de 2011.

Como a ideia era engravidar em meados de 2012, encontrei na corrida o remédio natural ideal para minha ansiedade. Decidi entrar para um clube de corrida aqui em Maceió, chamado Vip Aerobic, da minha amiga Prazeres Souza. Comecei meio descrente, mas em um mês de treino sai de 38 para 29 minutos nos 5 km.

Passei a amar esse esporte. Aprendi com a corrida a disciplina, a determinação e o desafio. Isso me fez muito bem, principalmente em uma fase emocionalmente difícil em minha vida. Durante as provas e treinos, eu refletia e sonhava e foi aí que eu e a maternidade estreitamos mais ainda os laços. Correr era sinônimo de idealizar o meu filho. Apesar do meu quase desespero em engravidar, o momento não era propício, por diversas razões, mas calmamente fui construindo uma base sólida para recepcioná-lo.

Em julho de 2012, duas semanas após um quadro de dengue, rumei para o Rio de Janeiro para fazer a meia maratona Caixa RIO, uma grande conquista para a minha carreira de corredora, mas já próxima de dar uma parada, pois a data que eu esperava se aproximava. Pensei até em adiar, mas eis que um único "descuido" plantou a semente no meu ventre. Em 4 de agosto, o exame confirmou minha gravidez.

Continuei correndo com o acompanhamento responsável da minha treinadora Prazeres, mas ao 4º mês decidi parar. Excesso de trabalho, cansaço e desejo de curtir aquele momentinho em paz. Tinha um pouco de medo de não conseguir voltar, mas no íntimo eu sempre soube que essa paixão era verdadeira.

Meia Maratona Caixa Rio
Depois que Dante nasceu, fiz um corridinha aos 45 dias, mas não curtia a ideia de deixar o meu filho sozinho com a nossa funcionária. Chamo aquela minha fase de Thaíse Mãe Leoa. Era capaz de eu grunhir de tanto zelo e apego. Parei, mas me fiz uma promessa: quando Dante completasse dois anos eu voltaria. Em abril, lembrei-me da minha promessa e já não dava mais para adiar...

Nossa rotina não é nada fácil. Continuamos(por desejo) a não ter babá, o pequeno fica na creche por 7 horas diárias apenas enquanto eu trabalho e eu e o marido damos conta de tudo por aqui. Apesar disso, quando a disciplina, a determinação e o desafio(lembram?) falam mais alto, qualquer coisa é possível. E aqui está sendo.

Após o aniversário dele, comecei fazendo pequenas corridas na praia para me re-motivar. Após quase um mês, indo pelo menos 3 vezes por semana à orla, me senti renovada. Acontece que nessa fase, as chuvas caem muito forte por aqui. Não tenho medo de chuva, mas hoje tenho um medo insano de adoecer(quem ficaria com o Dante?) e foi aí que decidi entrar na academia.

Longe das corridas, fiquei sem informações sobre o calendário de provas, mas nada como essa empolgação para a gente encontrar coisa boa, não é mesmo? Foi aí que soube da Corrida da Superação, que aconteceria na Barra de São Miguel, cidade a 30 km de Maceió. Ela era tudo que queria naquele momento. Um desafio cabuloso em duas etapas que eu não poderia me esquivar: uma no sábado(8km) e outra no domingo(16km). Treinei como louca para não fazer feio.

O grande dia


No dia, o céu estava desabando por aqui. Até pensei  que o marido iria me fazer desistir, mas a única pergunta que ele me fez foi se eu tinha pago o hotel para garantir a reserva. Hotel pago, juntei nossas coisas e partimos para lá com o Dante.

Eles não puderam acompanhar esse primeiro dia. Me deixaram na largada da corrida, encharcada e voltaram para o hotel. Corri e voltei extasiada. Queria muito que eles estivessem lá, mas seria impossível.

Ao abrir a porta do quarto no domingo, demos de cara com um sol lindo. Foi uma tremenda surpresa e apesar de termos nos empolgado com a possibilidade deles acompanharem a prova, eles apenas me deixaram na largada e voltaram para o hotel para o banho e o café da manhã.

Durante a prova, só pensava que a chuva poderia ter escolhido o domingo e não o dia anterior. Correr no sol, entre 8h e 10h da manhã, dentro de mato, rodovia, cidade, não é coisa simples... Mal sabia eu que se chovesse naquele dia um dos momentos mais lindos como mãe que eu já vivi não poderia ter acontecido.

Faltava pouco mais de 100 metros para a corrida acabar quando ouvi um grito: "olha lá a mamãe!". Não conseguia acreditar quando vi meus dois amores me esperando. Marco gritou que trouxe Dante para fazer o finalzinho da prova comigo. Nem pensei duas vezes em colocá-lo nos braços, mesmo achando que não tinha mais forças, mas elas saíram do fundo do meu peito para minhas pernas acelerarem.



Foi emocionante e como eu não tenho nenhuma palavra para definir tudo que vivemos, deixo o vídeo para expressar-se por si só.


Apenas posso dizer que mais do que nunca eu me senti uma mulher completa. Feliz por meu filho, por mim, pelo meu maravilhoso marido e pai do meu filho, pelo meu casamento... REALIZADA e grata por este momento tão especial.

Espero que vocês consigam perceber a emoção que vivi.

Um beijo no coração.

Thaíse


Dante, meu filho amado. Eu te carregarei no meu coração e em meus braços a qualquer lugar que eu for.
Essa foi a segunda melhor "entrega" da minha vida de mãe, porque a primeira foi quando Deus te enviou a mim para amá-lo. Te amo!